Carreira Pessoal

Bartira iniciou sua trajetória profissional como educadora de crianças e adolescentes de rua em 1990, vinculada à PUC SP, onde sistematizou esta experiência tornando-se mestra em Psicologia Social(1995). Lecionou Psicologia Social 1 na UNIP-SP e Campinas de 1993 à 1998. A vivência com as crianças excluídas da cidadania despertou seu interesse em pesquisar e oferecer conhecimento psicológico para a afirmação e valorização da autoestima e da identidade cultural brasileira. Este desejo e ação foi denominado: projeto Ação TUPINAGÔ ( Tupi representa as culturas indígenas e Nagô as culturas africanas formadoras do Brasil).

 

 

Mas como fazer isto? Como criar ferramentas práticas e eficazes para o desafio de fortalecer a autoestima de nossa gente? Surgiu então o insight de integrar a educação de Paulo Freire, aprendida com as crianças, a psicologia social de Pichon-Rivière e a dança de Rudolf Laban. Assim, há 25 anos se desenvolve a Tecnologia Psicológica GOL (Grupo Operativo Lúdico). Foi na Saúde Pública Municipal de Valinhos(1999 a 2004), através da embrionária Tecnologia GOL, que ajudamos a construir o Sistema de Treinamento e Desenvolvimento Organizacional desta área (1999 a 2004).

 

 

Este trabalho foi veiculado, em 2004, através da iniciativa “Municípios Paulistas em Busca de Novas Práticas” do CEPAM (Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal do Governo do Estado de São Paulo) bem como pelo Fórum dos Municípios Saudáveis- UNICAMP(2004). Ainda no escopo do projeto Ação TUPINAGÔ apresentou performances e espetáculos de dança abordando as raízes culturais formadoras do Brasil, no Instituto Histadrut em Israel(1998) onde foi bolsista do governo de Israel, Teatro Brincante- SP, TUCA- PUC-SP, Assembléia Legislativa e Bosch.

 

 

A Tecnologia Psicológica GOL tem sido aplicada em organizações públicas e privadas, incluindo Pós-graduações (Grupo Anhanguera e CEFAS- Campinas), com diferentes públicos. Atualmente esta técnica e teoria psicológica está sendo objeto de tese de doutorado no Programa de Psicologia Médica e Psiquiatria da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP em coorientação com a Psicologia da USP.

 

 

 

 

Nessa caminhada busquei sempre a inovação, o que resulta na articulação permanente entre os serviços, a pesquisa e o ensino” (Marta Bartira)

 

 

 

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